Olá Colegas batalhadores!
Prestar concurso público não é para qualquer um mesmo. Em alguns casos, os concurseiros são pessoas jovens e que nunca trabalharam anteriormente, sendo que frequentaram apenas bancos escolares na vida, até então.
Não há nada que desabone os concurseiros que nunca trabalharam, mas esse não é o caso do nosso herói nominado: Zé. Ele advém de uma família humilde; da qual seus patriarcas possuem, no máximo, ensino fundamental incompleto.
Zé não se intimidou com o passado de muitas privações de sua família e, aos 26 anos de vida, após trabalhar muito, decidiu prestar o vestibular numa faculdade particular (como diz a música: “felicidade, passei no vestibular, mas a faculdade, é particular...”) para o curso de Direito. Foram 05 anos muito ‘turbulentos’, cujas narrativas demandam um blog todo para si.
Terminado o tão sofrido curso, o que fazer? Montar escritório próprio? Não. Seu amigo deu-lhe uma oportunidade no escritório que acabara de montar, mas a empreitada não estava sendo frutífera. Aí cabe um parêntese:
Parêntese: Zé casara-se no mês de julho do ano seguinte à sua formatura. Sem emprego, e apostando em uma carreira na advocacia, enfrentou tal mister com muita esperança na bagagem.
Todavia, as dívidas foram agigantando-se, e os empréstimos tomando proporções gigantescas para o seu tão mitigado patrimônio. Fim do parêntese.
Bem, dado esse quadro, o nosso herói brasileiro viu-se compelido a aventurar-se por outra seara: a dos concursos públicos. No passado, Zé sagrara-se vitorioso em outros concursos públicos de menor monta, tendo laborado em alguns órgãos públicos. Então, nosso humilde trabalhador não se furtou em enfrentar mais um desafio: concurso público para o Ministério da Justiça.
Continua....